Criação de Bancos Estaduais de Economia Mista,com controle acionário diluído entre acionistas e não concentrado nas mãos dos Governos Estaduais
Essa é uma sugestão para Estados do Brasil que detêm a condição determinantes de riquezas.
Considera-se um Estado rico no Brasil,quando apresenta um alto PIB per capita,uma Economia diversificada e desenvolvida e bons indicadores sociais e de infraestrutura.
Os Estados que produzem mais riquezas,em tendo um Banco Estadual de Economia Mista,poderiam direcionar suas riquezas mais aos interesses do próprio Estado e sua População.
Esses Bancos que viessem a pertencer a Estados detentores e produtores de riquezas,estariam supridos pelos recursos provenientes do próprio Estado,o que os tornaria rentáveis e com segurança financeira.
Aos clientes a possibilidade de oferecerem juros e produtos mais atraentes.
Um controle mais diluído tende a promover uma gestão mais profissional e menos suscetível à interferências políticas diretas, Focando em resultados de longo prazo e práticas de mercado.
A gestão orientada para o mercado pode aumentar a eficiência operacional e competitividade da Instituição Financeira em relação a Bancos Privados e Públicos Tradicionais.
A estrutura de Economia Mista,com ações negociadas,facilita a captação de recursos no mercado de capitais para investimentos e expansão de atividades.
Na opção de expansão,poderia se contar com agências operadas por meio de parcerias e terceirizações.
A idéia sugere um modelo híbrido.
Seria essencial definir como os governos estaduais,mesmo sem o controle majoritário,poderiam garantir que parte da missão Pública fosse cumprida, talvez através de acordos de acionistas ou cláusulas estatutárias específicas.
A idéia primordial desse Banco Estadual de Economia Mista sem controle acionário dos governos Estaduais é do Banco servir a População e aos interesses Estratégicos e Desenvolvimento dos respectivos Estados.